18 Setembro 2006

A relação Colégio Militar – Associação de Pais

A Associação de Pais tem como missão defender os interesses dos seus associados e ajudar os pais dos alunos do CM a entender os regulamentos internos, desafios e hábitos da vida Colegial.

Na prossecução desta missão, os órgãos dirigentes da Associação exercem uma magistratura de influência junto dos órgãos decisores, no estrito respeito das competências e áreas de intervenção de cada uma das entidades.

Entende-se por defesa de interesse dos Pais, todos aqueles interesses que dizem directamente respeito com os seus filhos, e logo em favor dos Alunos do Colégio Militar.

A actuação de todos os corpos sociais da Associação de Pais é condicionada pela defesa dos alunos e de um Projecto Educativo de referência baseado no modelo de formação assente na ética da Disciplina e Solidariedade, com base Humanista, promovendo os valores da Cidadania, do Patriotismo e do Empreendorismo.

Tendo a sua actuação uma componente reivindicativa, a relação da Associação de Pais com o Colégio Militar tem momentos de menor compreensão por quem tem de decidir, e necessitaria de mais tempo e menor pressão.

Ao assumir a direcção de uma Associação de Pais deve-se estar consciente do risco da incompreensão e a resistência dos grupos de interesses instalados. A critica, ainda que em surdina, à Associação de Pais constitui um elemento de aferição e avaliação da sua eficácia e eficiência na prossecução da sua missão.

Importa realçar que a Associação de Pais não tem poder de gestão, ou até intervenção ao nível da decisão, da instituição Colégio Militar. Um cenário deste tipo, ainda que no campo das hipóteses, significaria um atropelo das áreas de intervenção da Direcção e da Associação e um risco real de encerramento do Colégio.

A relação da Associação de Pais com o Colégio Militar assenta numa relação transparente, de cumplicidade e de apoio à Direcção do Colégio com o objectivo de apoiar a formação e a educação dos alunos. Uma relação capaz de identificar as áreas a melhorar, e formas alternativas de introduzir melhorias.

O direito à diferença de opiniões, no respeito de quem decide e de quem tem condicionantes!